
16 de março de 2008
13 de março de 2008
9 de março de 2008
Fora do Ninho
A águia lança seus filhotes fora do ninho, em determinada fase de seu crescimento. É quando só fazem comer cerca de 70% de seu peso/dia, tem penas, e nada mais realizam!
Ela, então, os lança para fora do ninho.
Sem esquecermos que seus ninhos são em altos penhascos...
Mas eles, sem saber voar, tendem apenas a cair; ela voa em volta desta queda, e quando vê que eles não têm mais forças, só fazem cair, não se debatem mais, ela os resgata!
Noutro dia, a mesma coisa.
Mas com o passar de poucos dias, o filhote percebe que a mãe não o deixará machucar-se; isso lhe dá a segurança da sua presença para ampará-lo...
E começa a aprender a voar, até que, finalmente, alça seu primeiro vôo.
Majestosa e certa que és, rainha das aves!
Não em vão...
DEUS faz assim conosco, em certas ocasiões.
Lança-nos fora do ninho quentinho e aconchegante, sem que saibamos como voar, como agir, e só fazemos gritar...
Às vezes, nem isto...
Mas antes de nos esborracharmos, vem e nos resgata, nos traz de volta à sua segurança.
Outra situação/adversidade vem, lançando-nos do ninho novamente; nos debatemos, gritamos, clamamos, pensamos que tudo está perdido!
E ELE vem e, de novo, nos ergue, nos exalta, nos cura, nos sara, nos eleva a altura de sermos chamados dignamente de "SEU FILHO"...
Porque temos a certeza que, seja qual for o problema, nós temos a solução no SENHOR...
Não é algo passageiro ou paliativo, mas a salvação eterna em Jesus...
Ainda que nossas dores, lutas, tropeços e espinhos nos pareçam intransponíveis, ELE está de mãos estendidas para nos resgatar, dando-nos o socorro na hora certa, além de, com isso, estar nos lapidando como a mais preciosa das pedras!Você é de DEUS.
Creia e entregue a ELE todas suas lutas, sempre
Tenha uma semana cheia de graça, na PAZ do SENHOR!!!
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2 de março de 2008
O Zelador da Fonte !
Conta uma lenda austríaca que em determinado povoado havia um pacato habitante da floresta que foi contratado pelo conselho municipal para cuidar das piscinas que guarneciam a fonte de água da comunidade.
O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.
Ninguém lhe observava as longas horas de caminhadaao redor das colinas, nem o esforço para aretirada de entulhos.
Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas.
Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.
Rodas d`água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.
As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.
Os anos foram passando, mas, certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente e um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento, colocando os olhos no salário pago ao zelador da fonte.
De imediato, alertou aos demais e fez longo discursoa respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.
E para quê?
O que é que ele fazia, afinal?
Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.
Seu discurso a todos convenceu.
O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador.
Nas semanas seguintes, nada de novo.
Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.
Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.
Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte e dois dias depois, a água estava escura.
Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.
O mau cheiro começou a ser exalado.
Os cisnes emigraram para outras bandas.
As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.
Os turistas abandonaram o local.
A enfermidade chegou ao povoado.
O conselho municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.
Imediatamente, tratou de recontratar o zelador da fonte.
Algumas semanas depois, as águas do autênticorio da vida começaram a clarear.
As rodas d`água voltaram a funcionar.
Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.
Assim como o conselho municipal da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.
Aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa e o mercado tenha as prateleiras abarrotadas.
Que os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.
Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa...
Servidores anônimos.
Quase sempre passamos por eles sem vê-los.
Mas, sem seu trabalho o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.
O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada umtem uma tarefa específica, mas indispensável.
Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.
Dependemos uns dos outros para viver, para trabalhar, para sermos felizes!
Tenham uma proveitosa semana cheia de bençãos!
O cavalheiro com silenciosa regularidade, inspecionava as colinas, retirava folhas e galhos secos, limpava o limo que poderia contaminar o fluxo da corrente de água fresca.
Ninguém lhe observava as longas horas de caminhadaao redor das colinas, nem o esforço para aretirada de entulhos.
Aos poucos, o povoado começou a atrair turistas.
Cisnes graciosos passaram a nadar pela água cristalina.
Rodas d`água de várias empresas da região começaram a girar dia e noite.
As plantações eram naturalmente irrigadas, a paisagem vista dos restaurantes era de uma beleza extraordinária.
Os anos foram passando, mas, certo dia, o conselho da cidade se reuniu, como fazia semestralmente e um dos membros do conselho resolveu inspecionar o orçamento, colocando os olhos no salário pago ao zelador da fonte.
De imediato, alertou aos demais e fez longo discursoa respeito de como aquele velho estava sendo pago há anos, pela cidade.
E para quê?
O que é que ele fazia, afinal?
Era um estranho guarda da reserva florestal, sem utilidade alguma.
Seu discurso a todos convenceu.
O conselho municipal dispensou o trabalho do zelador.
Nas semanas seguintes, nada de novo.
Mas no outono, as árvores começaram a perder as folhas.
Pequenos galhos caíam nas piscinas formadas pelas nascentes.
Certa tarde, alguém notou uma coloração meio amarelada na fonte e dois dias depois, a água estava escura.
Mais uma semana e uma película de lodo cobria toda a superfície ao longo das margens.
O mau cheiro começou a ser exalado.
Os cisnes emigraram para outras bandas.
As rodas d'água começaram a girar lentamente, depois pararam.
Os turistas abandonaram o local.
A enfermidade chegou ao povoado.
O conselho municipal tornou a se reunir, em sessão extraordinária e reconheceu o erro grosseiro cometido.
Imediatamente, tratou de recontratar o zelador da fonte.
Algumas semanas depois, as águas do autênticorio da vida começaram a clarear.
As rodas d`água voltaram a funcionar.
Voltaram os cisnes e a vida foi retomando seu curso.
Assim como o conselho municipal da pequena cidade, somos muitos de nós que não consideramos determinados servidores.
Aqueles que se desdobram todos os dias para que o pão chegue à nossa mesa e o mercado tenha as prateleiras abarrotadas.
Que os corredores do hospital e da escola se mantenham limpos.
Há quem limpe as ruas, recolha o lixo, dirija o ônibus, abra os portões da empresa...
Servidores anônimos.
Quase sempre passamos por eles sem vê-los.
Mas, sem seu trabalho o nosso não poderia ser realizado ou a vida seria inviável.
O mundo é uma gigantesca empresa, onde cada umtem uma tarefa específica, mas indispensável.
Se alguém não executar o seu papel, o todo perecerá.
Dependemos uns dos outros para viver, para trabalhar, para sermos felizes!
Tenham uma proveitosa semana cheia de bençãos!
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24 de fevereiro de 2008
O Náufrago e Deus !

O único sobrevivente de um naufrágio foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação.
Ele orava fervorosamente pedindo a DEUS para ser resgatado, mas os dias passavam e nenhum socorro vinha.
Mesmo exausto, ele construiu um pequeno abrigo de madeira para que pudesse proteger do sol, da chuva e de animais e para guardar seus poucos pertences.
Um dia, saiu em busca de algum alimento e, quando voltou, encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado e revoltado, ele gritava chorando:
- O pior aconteceu! Perdi tudo!
DEUS, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedinho, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui? - perguntou ele.
- Nós vimos o seu sinal de fumaça!É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal.
Mas DEUS age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembre-se, se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.
O único sobrevivente de um naufrágio foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação
.Ele orava fervorosamente pedindo a DEUS para ser resgatado, mas os dias passavam e nenhum socorro vinha.
Mesmo exausto, ele construiu um pequeno abrigo de madeira para que pudesse proteger do sol, da chuva e de animais e para guardar seus poucos pertences.
Um dia, saiu em busca de algum alimento e, quando voltou, encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça.
Terrivelmente desesperado e revoltado, ele gritava chorando:
- O pior aconteceu!
Perdi tudo!
DEUS, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedinho, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram
.- Como souberam que eu estava aqui? - perguntou ele.
- Nós vimos o seu sinal de fumaça!
É comum sentirmo-nos desencorajados e até desesperados quando as coisas vão mal.
Mas DEUS age em nosso benefício, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Lembre-se, se algum dia o seu único abrigo estiver em chamas, esse pode ser o sinal de fumaça que fará chegar até você a Graça Divina.
Tenham uma semana gloriosa não se esqueçam que DEUS nunca fecha uma porta sem abrir outra mais ampla ainda.
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17 de fevereiro de 2008
A doença mais Contagiosa do Mundo !
Há uma história sobre um fazendeiro que ansiosamente cumprimentava cada novo dia com um ressonante: - Bom dia, Deus!
Ele morava perto de uma mulher cuja saudação matutina era sempre igual:
- Bom Deus, já é manhã?
Um era exatamente o contrário do outro.
Onde ele via oportunidades, ela via problemas.
O que o deixava satisfeito, à ela deixava descontente.
Uma luminosa manhã ele exclamou:
- Olhe que bonito céu!
Você viu que amanhecer glorioso?
- Ora - ela respondeu - ficará tão quente que queimará toda a colheita!
Durante uma tarde chuvosa, ele comentou:
- Isto não é maravilhoso? Hoje a mãe natureza está dando o que beber ao milho!
- E se não parar logo, veio a resposta azeda , vamos nos arrepender por não ter feito seguro contra inundação nas colheitas!
Convencido que ela poderia melhorar um pouco aquela atitude endurecida, ele comprou um cachorro notável.
Não um vira-lata qualquer, mas o cachorro mais caro, altamente treinado e talentoso que ele pudesse encontrar.
O animal era primoroso!
Poderia executar tantos feitos notáveis e impossíveis que, pensou o fazendeiro, seguramente iria impressionar até mesmo sua vizinha.
Assim, ele a convidou a assistir as ações de seu cachorro.
- Vá buscar! - ele comandou, lançando uma vara em um lago e a vara flutuou, subindo e descendo na ondulação da água.
O cachorro, esperto, aguardou que a varase aproximasse da margem, caminhou pelaágua e recuperou a vara.
- Viu que cão esperto? O que você acha disto? - ele perguntou entusiasmado e sorrindo.- Hummm - ela carranqueou.
Ele não sabe nadar, não é?
Às vezes, eu penso que pensamento negativo é a doença mais contagiosa do mundo.
Mais contagiosa do que qualquer vírus conhecido, e da mesma maneira mortal.
Mas uma boa atitude de otimismo e maravilha, também pode ser contagioso!
Qual você está espalhando hoje?
Desejo à todos uma linda semana!!!
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11 de fevereiro de 2008
Abraço de DEUS !
Uma avó conta que, certo dia, sua filha lhe telefonou do pronto-socorro. Sua neta, de apenas seis anos, tinha caído de um brinquedo no pátio da escola e havia ferido gravemente a boca.
A avó foi buscar as irmãs de Marina na escola e passou uma tarde agitada e muito tensa, cuidando das crianças, enquanto aguardava que a filha retornasse com a menina machucada.
Quando finalmente chegaram, as irmãs menores correram para os braços da mãe.
Marina entrou silenciosa na casa e foi se sentar na grande poltrona da sala de estar.
O médico havia suturado a boca da menina com oito pontos internos e seis externos.
O rosto estava inchado, a fisionomia estava modificada e os fios dos cabelos compridos estavam grudados com sangue seco.
A garotinha parecia frágil e desamparada.
A avó se aproximou dela com o máximo cuidado.
Conhecia a neta, sempre tímida e reservada.
“Você deseja alguma coisa, querida?”, perguntou.
Os olhos da menina fitaram a avó firmemente e ela respondeu: “quero um abraço.”
À semelhança da garotinha machucada, muitas vezes, desejamos que alguém nos tome nos braços e nos aninhe, de forma protetora.
Quando o coração está dilacerado pela injustiça, quando a alma está cheia de curativos para disfarçar as lesões afetivas, gostaríamos que alguém nos confortasse.
Quando dispomos de amores por perto, é natural que os busquemos e peçamos: abrace-me. Escute-me. Dê-me um pouco de carinho.
Um chá de ternura.Contudo, quando somos nós que sempre devemos confortar os outros, mais frágeis que nós mesmos, ou quando vivemos sós, não temos a quem pedir tal recurso salutar.
Então, quando estivermos ansiosos por um abraço consolador nos nossos momentos de cansaço, de angústia e de confusão, pensemos em quem é o responsável maior por nós.
Quando não tivermos um amigo a quem telefonar para conversar, conversemos com nosso PAI. Sirvamo-nos dos recursos extraordinários da oração e digamos tudo o que ele, como onisciente, Já sabe, mas que nós desejamos contar para desabafar, aliviar a tensão interna.
Falemos das nossas incertezas e dos nossos dissabores, sobre as nossas decepções e nossos desacertos e nos permitamos sentir o envolvimento do Seu abraço de pai amoroso e bom.
Não importa como o chamemos: PAI, DEUS, CRIADOR, DIVINDADE.
O importante é que abramos a nossa intimidade e nos permitamos ser acarinhados por ELE.
ELE sempre está pronto para abraçar Seus filhos sem impor condições.
E se descobrirmos que faz muito tempo que não sentimos esse abraço divino, tenhamos a certeza de que faz muito tempo que não o pedimos.
Victor Hugo, poeta e romancista francês, escreveu um dia: "Tenha coragem para lidar com as grandes tristezas da vida e paciência para lidar com as pequenas".
E, depois de ter cumprido laboriosamente sua tarefa diária, vá dormir em paz.
DEUS continua acordado.
ELE está sempre acordado, velando por nós. Pensemos nisso.
Tenham uma semana muito iluminada e fiquem com um grande abraço divino.
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3 de fevereiro de 2008
Entregando a DEUS !
Iniciemos esta semana entregando a DEUS todas as preocupações que estão sobre os nossos ombros, e o peso que estamos arrastando da semana que passou.Caminhemos com uma esperança alegre no coração, porque o SENHOR está no meio de nós.
Pode ter a certeza que: aconteça o que acontecer, o SENHOR está no meio de nós, cuidando dos detalhes da nossa vida, que nem nós nos apercebemos muitas vezes e somos capazes de cuidar.
Tudo se faz novo a cada dia da nossa vida, quando colocamos JESUS em primeiro lugar, e damos a ELE a liberdade de agir na nossa vida, de acordo com a sua vontade.
De maneira muito concreta, entreguemos as rédeas da nossa vida e da nossa família nas mãos de JESUS, sem medo e nem reservas.
Submetamos tudo aos seus cuidados, e tudo adquirirá um novo brilho e um novo sentido, porque: "O SENHOR ama seu povo de verdade"
( Sl 149).
Basta confiar e deixar-se amar por JESUS.
JESUS, eu confio em vós!
_Luzia Santiago_
Dedico esta singela oração a Sonia Maria nossa amiga do blog Falando de Crochet e ao seu marido Roberto, que neste momento estão passando por momentos difíceis.
Mas Crêem que DEUS já tomou as rédeas de toda a situação e em breve vocês vão se lembrar desses momentos como o nascer de uma nova vida.
Desejo a todos que passarem por aqui uma semana muito abençoada!
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